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Produto digital para famíliasMinha Estrela — site + plataforma

De consulta avulsa a assinatura, em 11 idiomas

Astrologia infantojuvenil virou produto digital: dois domínios, planos recorrentes e uma lista de idiomas escolhida por dado de busca — não por palpite.

Home do Minha Estrela com a chamada Entenda o coração da sua estrela olhando para o céu
Painel do Minha Estrela com várias crianças cadastradas e os botões Compartilhar e Baixar PDF
Painel do Minha Estrela mostrando o retrato da criança, com características marcantes e orientações para os pais
Página do Teo, personagem do universo Minha Estrela, com a história Teo e o Mapa do Coração
Conversa com a astróloga de IA: a mãe pergunta como lidar com a timidez da filha e recebe uma resposta baseada no mapa da criança, com o botão Falar com um profissional no topo
A promessa em linguagem de mãe e pai, não de astrólogo.

O que doía

Mapa astral de criança costuma chegar como um PDF cheio de jargão.

O pai lê uma vez. Não entende metade. Nunca mais abre.

Mas o que a família queria não era o documento. Era entender o filho: os jeitos, as emoções, o porquê daquele comportamento que ninguém explica.

E, principalmente, poder perguntar de novo — na semana seguinte, quando a dúvida volta.

O que fizemos

Transformamos o documento em diálogo.

A astróloga de IA estuda o mapa daquela criança — só dela — e responde o que a mãe perguntaria a uma amiga, com leveza e sem jargão.

A IA não está sozinha. Ela nasce da curadoria de astrólogos profissionais, e a qualquer momento a família fala com um humano: astrólogo, psicólogo, terapeuta, nutricionista.

Em volta disso, um produto de verdade: onboarding, planos por assinatura, compartilhamento com o outro responsável.

E um universo próprio, com o Teo e os doze amiguinhos dos signos — porque criança se conecta com história, não com tabela.

A jornada

  1. 1
    Diagnóstico

    A receita nascia e morria em cada pedido

    Antes de desenhar tela, olhamos o modelo de receita. Cada mapa vendido era uma venda nova, e o esforço de conquistar aquela família se repetia inteiro no mês seguinte. O produto não era o problema — o problema era a receita, que não se acumulava.

  2. 2
    Processo

    A decisão foi comercial, e veio antes do código

    Definimos primeiro o que passaria a ser assinatura e o que seguiria avulso, que promessa cada plano carrega e em que momento da conversa a família é convidada a assinar. Só depois o produto foi desenhado para sustentar isso. Ferramenta escolhida antes do processo vira mais um lugar onde o dado não está.

  3. 3
    Decisão por dado

    Onde abrir, decidido por busca e não por intuição

    A lista de idiomas e os dois endereços saíram de dados de busca do segmento, com um mercado deixado de fora de propósito porque lá se procura outro sistema de astrologia. Foi trabalho de análise, não de tradução — e é o tipo de decisão que, tomada por palpite, custa meses de produto.

  4. 4
    Implantação

    Construção acompanhada, não terceirizada

    A arquitetura foi construída em ciclos curtos, com as decisões difíceis revistas junto: o que a IA responde, o que a curadoria humana dos astrólogos governa e onde o dado de criança exige cuidado extra. Cada escolha dessas tem dono e está registrada.

  5. 5
    Acompanhamento

    Depois de publicar, o trabalho muda de forma

    Dois domínios no ar sobre a mesma base, com o que é conteúdo separado do que é cálculo. O acompanhamento deixou de ser entrega e passou a ser leitura: o que a audiência faz, o que precisa de ajuste e o que entra na próxima onda.

O que foi entregue

Produtos EN1 usados

O que entrou neste projeto, e dá para contratar o mesmo.

O que continua

O que segue acontecendo hoje:

Decisões de arquitetura

RAG sobre a curadoria dos astrólogos

A IA não responde de cabeça. O conteúdo escrito pelos astrólogos vira uma base de conhecimento indexada e, a cada pergunta, o sistema RECUPERA os trechos que interessam àquele mapa e só então pede ao modelo que escreva. É o que impede a resposta genérica — e o que faz a curadoria humana chegar até a família.

Busca vetorial, sem framework no meio

Embeddings do Google (text-embedding-004) e similaridade por cosseno, escritos à mão em pouco mais de um arquivo. Sem LangChain: para este tamanho de base, o framework acrescentaria dependências e uma camada de indireção sem melhorar a resposta. Há ainda uma busca lexical de reserva, que mantém o produto de pé se a indexação falhar.

Um especialista para cada pedido

A conversa é só uma das frentes. Montar o mapa, escrever o retrato da criança, gerar o guia, ler a revolução solar e encaminhar para um profissional são tarefas de IA distintas, cada uma com o seu prompt e o seu papel — coordenadas pelo sistema, não por um único modelo tentando fazer tudo. Se um modelo sai do ar, o fluxo cai sozinho para o próximo e a família não vê erro.

O mapa é cálculo, não invenção

As posições vêm de efemérides astronômicas de verdade (astronomy-engine), calculadas no sistema. O modelo recebe o mapa pronto e traduz para linguagem de casa — ele nunca chuta uma posição de planeta.

Dois endereços e onze idiomas, escolhidos por dado

O produto atende por dois domínios — um brasileiro e um internacional — sobre a mesma base. A lista de idiomas não veio de palpite: saiu de dados de busca do segmento, que mostram russo e espanhol quentes para mapa astral, inglês dominando o horóscopo casual e a Grécia liderando a busca por astrologia. A Índia ficou de fora de propósito, porque lá se procura astrologia védica, que é outro sistema — traduzir não bastaria.

Dado de criança pede cuidado extra

Autenticação e banco no Firebase, com as regras de acesso no próprio banco; chaves de IA só no servidor, nunca no navegador. Consentimento de cookies com opção de recusar o não essencial, política de privacidade e marcação do que é dado sensível no painel — LGPD tratada como requisito de projeto, não como aviso no rodapé.

Como foi construído