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Operação da própria EN1EN1 — site + CRM e entrega

Do lead à cobrança sem trocar de ferramenta

A operação inteira num sistema só: prospecção por IA, proposta gerada do catálogo, entrega em kanban que o cliente acompanha e financeiro integrado. Construído para a EN1 e usado aqui todo dia.

Home do site da EN1 com a chamada Somos uma empresa de negócios e tecnologia AI-Native
Ficha de cadastro no painel da EN1, com nome, cidade, contato, empresa, fase do funil e o botão Enriquecer via Google Maps
Kanban de projeto no painel da EN1, com colunas Backlog, Priorização, Execução e Feito e os botões de subir escopo e resgatar histórico
Relatório de progresso do projeto, mostrando 83% concluído, 48 atividades no total, 40 entregues e 6 em andamento
Gráfico de entregas por sprint do relatório, com a linha do acumulado entregue subindo em direção ao escopo total
Tela de Produtos do painel da EN1, com os grupos Inovação, Administrativa, Atendimento e Vendas
O site: porta de entrada do funil, não folheto.

O que doía

Consultoria que vende automação e toca a própria operação na planilha perde duas coisas: tempo e autoridade.

Era o nosso caso. O lead chegava pelo site e morria num formulário.

A proposta era arquivo solto, salvo em alguma pasta.

O que estava sendo entregue vivia na cabeça de quem executava.

E o cliente? Sem saber em que pé estava o próprio projeto.

O que fizemos

Construímos um sistema só, em cima do próprio site.

O lead entra pelo formulário e cai no CRM. Vira proposta, gerada a partir do catálogo de produtos.

Proposta aceita vira projeto, com cronograma publicado automaticamente — e o cliente acompanha tudo no portal dele.

A cobrança fecha o ciclo.

No meio do caminho, prospecção ativa por IA: radar de vagas e mineração de leads. E um agente de apoio que responde dúvidas sobre o próprio sistema.

O que foi entregue

Produtos EN1 usados

O que da nossa prateleira entrou neste projeto. Dá para contratar o mesmo.

Decisões de arquitetura

Uma base, não um integrador

Lead e cliente são o MESMO registro; o que muda é a fase do funil. Não há sincronização entre CRM e sistema de entrega porque não há dois sistemas — o que elimina a classe inteira de bug de dado divergente.

Permissão no banco, não só na tela

As regras do Firestore decidem quem lê e escreve o quê, por papel. Esconder o botão não é segurança: mesmo que alguém chame a API direto, a regra barra. O portal do cliente, por exemplo, não enxerga a ficha interna do cadastro — recebe só uma cópia dos campos seguros.

IA que sugere, gente que decide

A IA lê o commit do deploy e aponta quais atividades ele conclui, mas NUNCA move o card: grava uma sugestão com motivo e confiança, e uma pessoa aprova. O mesmo vale para o escopo lido de PDF, que passa por uma tela de revisão antes de virar card.

Vários especialistas de IA, orquestrados

Não é um chatbot que faz tudo. Cada frente tem a sua tarefa de IA, com prompt, formato de resposta e modelo próprios: qualificar empresa que está contratando, ler o PDF de escopo, reconstruir o histórico de entregas, decidir o que um commit concluiu e responder dúvidas sobre o sistema. O sistema é quem orquestra — encadeia as etapas, roda em paralelo o que dá (o histórico de um projeto grande é lido em blocos simultâneos) e junta o resultado.

Suíte Google de ponta a ponta

Firebase (autenticação, banco e regras), Gemini para as tarefas de IA e Google Agenda para os compromissos — infraestrutura madura, com disponibilidade e conformidade de quem opera na escala do Google, em vez de uma colcha de serviços pequenos.

Como foi construído